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domingo, 6 de julho de 2014

Mix de Marketing

O marketing tem um papel muito importante dentro de qualquer organização, pequena ou grande, em início ou já estabelecida no mercado, operando em qualquer ramo de atividade. O certo é que o trabalho de marketing irá criar, promover e manter as relações de troca entre aqueles que são o objeto nesse ambiente: a empresa, os parceiros e o cliente.

Basicamente as ações são subdivididas em pelo menos quatro compostos, primeiramente formulados por Jerome McCarthy em seu livro Basic Marketing de 1960, que juntos vão formar os 4 P’s de marketing ou o mix de marketing da empresa, que são:

P de Produto; P de Preço; P de Praça (distribuição); e P de Promoção.

Produto
O composto produto é tudo o que se refere ao produto ou serviço em si, como formulação física, características, produção, qualidade, marca, design, embalagem, etc. Portanto nessa perspectiva o produto pode vir a ser: bens físicos (furadeiras, livros, etc), serviços (cortes de cabelo, lavagem de carro, etc.), eventos (concertos, desfiles, etc.), pessoas (Pelé, George Bush, etc.), locais (Havaí, Veneza, etc.), organizações, (Greenpeace, Exército da Salvação, etc.) ou mesmo idéias (planejamento familiar, direção defensiva, etc).

O produto é o primeiro elemento do Composto Mercadológico: todos os demais componentes dependem do estudo e conhecimento do produto. Quais produtos produzir e vender, quais novos produtos acrescentar, quais abandonar, em que estágio do ciclo de vida o produto se encontra, quantos produtos o portfólio deve ter, são apenas algumas das preocupações encontradas na Gestão de Produto.

Preço
No composto preço, dá-se o processo de definição do valor monetário do produto e seus respectivos descontos ou facilidades de pagamento (parcelamento, por exemplo), trabalhando não apenas observando a relação financeira presente no produto, mas também o impacto psicológico que aquele preço estabelecido trará ao público no mercado. O fator custo benefício deve sempre ser levado em consideração, e se o preço é competitivo perante a concorrência.

Praça (Distribuição)
A praça como composto de marketing, refere-se aos canais através dos quais o produto chega aos clientes, inclui pontos de vendas, pronta-entrega, horários e dias de atendimento e diferentes vias de compra. Para o cliente, a sua distribuição deve ir ao encontro das necessidades e maior conveniência do mesmo. Essa variável abrange o estudo dos canais de distribuição.

Existem muitas formas de distribuição de um produto ou serviço, mas as principais são distribuição direta e distribuição indireta.

Distribuição direta é quando o produtor do serviço ou produto vende diretamente ao consumidor. Exemplos claros são as famosas “lojas de fabrica” e os próprios prestadores de serviço que executam o serviço diretamente ao consumidor, como os cabeleireiros e dentistas.

A distribuição indireta é quando o produtor utiliza-se de distribuidores para vender o produto ou serviço ao consumidor, que são os casos de supermercados, conveniências e até as próprias livrarias.

Promoção
Nesse composto aparece a propaganda, a publicidade, as relações públicas, a assessoria de imprensa, o boca-a-boca, e a venda pessoal e refere-se aos diferentes métodos de promoção do produto, marca ou empresa.

As estratégias são necessárias para se combinar métodos individuais, como publicidade, venda pessoal e promoção de vendas em uma campanha coordenada. Além disso, as estratégias promocionais devem ser ajustadas quando um produto se move dos estágios iniciais de vida para os finais. As decisões estratégicas também devem ser tomadas com relação a cada método individual de promoção.

Conclusão
Os quatro fatores do marketing (mix de marketing) estão inter-relacionados; decisões em uma área afetam ações em outra. Cada elemento do mix de marketing contém infinitas alternativas. Finalmente, das várias alternativas, a administração deve selecionar uma combinação de fatores que vão satisfazer os mercados-alvo e atingir os objetivos de marketing e da organização.


13º Salário

O 13º salário ou gratificação de Natal, foi instituída pela Lei nº 4.090/1962. E Deve ser paga em duas parcelas, a primeira entre os meses de fevereiro e novembro, e a segunda até o dia 20 de dezembro de cada ano.

Preparamos aqui neste artigo algumas considerações sobre esta remuneração

Valor
O valor da gratificação corresponde a 1/12 da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço, do ano correspondente. Por mês de serviço considera-se a fração igual ou superior a 15 dias de trabalho.

Parcelas
O adiantamento do 13º salário poderá ser pago até 30 de novembro de cada ano.Já a segunda parcela será paga pelo empregador até o dia 20 de dezembro de cada ano, compensada a importância que, a título de adiantamento, o empregado houver recebido.O empregado admitido no decorrer do ano, ou após 17 de janeiro, faz jus ao 13º salário proporcional, calculado à razão de 1/12 por mês de trabalho ou fração igual ou superior a 15 dias trabalhados no mês civil.

Incidência de Encargos Sociais
A gratificação natalina (décimo terceiro salário) integra o salário-de-contribuição, exceto para o cálculo do salário-de-benefício, sendo devida a contribuição quando do pagamento ou crédito da última parcela ou na rescisão do contrato de trabalho, incidindo sobre o valor bruto da gratificação, sem compensação dos adiantamentos pagos, mediante aplicação, em separado, da tabela de salários de contribuição.

Os rendimentos pagos a título de 13º salário (CF, art. 7º, inciso VIII) estão sujeitos à incidência do imposto na fonte com base na tabela progressiva vigente no mês de dezembro sobre o valor integral, no mês de sua quitação, exclusivamente na fonte e separadamente dos demais rendimentos do beneficiário, sendo permitidas todas as deduções para a apuração da base de cálculo do imposto.

Observa-se, entretanto, que não haverá retenção na fonte, pelo pagamento de antecipações (art. 638 do RIR/1999, aprovado pelo Decreto nº 3.000/1999).

O FGTS incidente sobre a remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador, inclusive sobre a gratificação de Natal, corresponde à alíquota de 8%, nos termos da Lei nº 8.036/1990.

O depósito também é devido quando do pagamento da 2ª parcela do 13º salário ou por ocasião da rescisão contratual.

OBS.: No caso da parcela do adiantamento, os encargos sociais incidirão apenas para o FGTS do mÊs, no caso em novembro. INSS e IRRF terão seus reflexos na parcela paga na referencia de dezembro (2º parcela).


As microfranquias

Diante do animador cenário econômico atual, tem-se notado um expressivo crescimento de empreendedores, tanto aqueles que estão criando novas oportunidades paralelas às suas carreiras, quanto aqueles que querem dar os primeiros passos ao seu negócio próprio.

Mas como bem sabemos, os recursos continuam limitados, e uma das saídas que muitos empreendedores iniciantes tem se utilizado são as chamadas micro franquias.

Segundo o site do Sebrae, a micro franquia é nome dado às franquias cujo investimento a ser realizado pelo empreendedor não ultrapasse os R$ 50.000,00. Assim, trata-se de uma classificação dada pelo mercado e não pela lei, ou seja, elas estão sujeitas, assim como as demais franquias, às regras e condições estabelecidas pela lei n.º. 8.955/94 (Lei das Franquias Empresariais).

Dessa maneira, vemos que o grande diferencial nas micro franquias está justamente na vantagem de poder começar um novo empreendimento sem ter que necessariamente gastar ou ter muito dinheiro.

Vantagens
As principais vantagens oferecidas para quem escolhe por uma franquia nessa modalidade são:
O baixo investimento inicial;
A opção de poder trabalhar a partir de casa (home office);
O retorno em curto prazo;
Dispensa de taxas de franquias (em muitos casos);
Muitas modalidades pela internet.

Cuidados
Como destacamos no artigo, as micro franquias estão regulamentadas pela mesma lei que trata das franquias normais, e por isso na hora da escolha deve-se tomar os mesmos cuidados que se observaria no caso de uma franquia comum, onde o investimento fosse maior. A internet está cheia de empresas que já ofertam modelos de negócio nessa formatação.

Muitos especialistas e consultores afirmam que o grande crescimento e procura pelas micro franquias se devem ao fato do crescimento da classe C nos últimos anos.


Dez Motivos Excelentes Para Você Estudar Mais

Como se sabe, o mercado de trabalho está cada dia mais competitivo, e para permanecer no páreo, o profissional deve levar à sério os estudos para não correr o risco de ficar para trás. E para demonstrar o quanto estudar é essencial, eis dez motivos para você considerar.

Motivo 1: Estudo = Emprego
Para cada 100 pessoas desempregadas 9 estudaram até a 6ª série. Para cada 100 pessoas  desempregadas 2 acabaram a faculdade (15 anos de estudo). Para cada 100 pessoas desempregadas apenas UMA tem pós-graduação (17 anos de estudo). Se você acabar a faculdade e fizer imediatamente um curso de pós-graduação, a possibilidade de você ficar desempregado é quase ZERO.

Motivo 2: Estudo = Bom Salário
Quem estuda mais, ganha mais. As pessoas desempregadas são na sua grande maioria pessoas sem qualificação profissional e intelectual. Em função disto você precisará fazer cursos de MBA, especialização, mestrado, doutorado… e para cada nível alcançado seu salário aumentará mais um pouco.

Motivo 3: A cada dia que passa, maior é a expectativa de vida
A cada dia que passa a população brasileira e a população mundial envelhecem mais. Lembre-se: você também está envelhecendo. O homem vive quase três vezes mais do que vivia há 100 anos atrás. Para quem ultrapassou o ano 2000 com 30 anos existe uma expectativa de vida de mais 100 anos. 130 ANOS DE VIDA! Imagine alguém com 40 anos de vida e sem contato com as novidades que vão surgindo todos os dias, sem uma formação intelectual permanente e fora do mercado de trabalho. O que está pessoa fará por mais 90 anos?? Portanto, estudar é algo que depois que se começa, nunca mais se deve parar, pois com isto você sempre será empregável.

Motivo 4: Seja empregável e não empregado
A pessoa que estuda e que está bem formada ela se torna uma pessoa EMPREGÁVEL. O importante é que sejamos EMPREGÁVEIS, pois isto nos dá condições para estarmos empregados. As empresas e as organizações querem empregar pessoas com autonomia intelectual: pessoas inteligentes, esclarecidas e que tenham condições não só de resolver problemas, mas de fazer com que eles não apareçam.

Motivo 5: A atividade intelectual provoca e melhora a saúde mental
As pessoas que possuem uma atividade intelectual regular e permanente têm menos possibilidades de manifestarem doenças que apresentam sintomas de degeneração do sistema nervoso. Pessoas que vêem muita televisão são mais propensas à manifestação da doença de Alzheimer. Se você mantiver uma atividade intelectual ininterrupta durante toda sua vida, você terá mais chances de viver uma velhice lúcida.

Motivo 6: A atividade intelectual aumenta o aprendizado
Se você sabe estudar, sabe aprender. Se você se encontra em contínua situação de aprendizagem você terá condições de se adaptar às novas situações de trabalho que surgem e se alteram continuadamente Adaptabilidade e aprendizagem rápida: duas exigências do mercado de trabalho.

Motivo 7: A atividade intelectual X atualidade
Se você PARAR de estudar, em muito pouco tempo você estará desatualizado. E poderá se sentir um homem pré-histórico. Talvez você sirva para peça de museu. Para cada ano parado você vive um atraso intelectual de uns cinco anos.

Motivo 8: Estudo e aprendizagem continuada
O banco da universidade está ocupado por pessoas que vão dos 17 anos até os 65, 70 anos. Acabar a faculdade não é encerrar seu período de formação. Depois é necessário fazer especialização, mestrado, doutorado, pós-doutorado…

Motivo 9: O estudo e o mercado de trabalho
Com qualquer área de formação universitária e com as devidas especializações você poderá fazer uma infinidade de coisas. Basta ter criatividade. Você poderá exercer as atividades tradicionais da sua área, poderá ser consultor, fazer palestras, cursos livres, desenvolver projetos, ser pesquisador, dar aulas na universidade…

Motivo 10: Apaixone-se pelo seu estudo
Quem é apaixonado pelo estudo e gosta de estudar, de ensinar, de estar mergulhado nos livros, tem um campo de trabalho cada dia mais promissor e com poucas possibilidades de saturação: o ensino superior. As faculdades estão crescendo exponencialmente e há uma falta tremenda de professores titulados e com formação adequada para o ensino superior.
Se você tiver pelo menos o mestrado é praticamente IMPOSSÍVEL você estar desempregado.


Cinco Perguntas Sobre Diploma e Emprego

Selecionamos algumas perguntas sobre o tema “diploma e emprego”, leia e tire suas conclusões.

1. Diploma garante emprego?
Infelizmente não, embora seja um diferencial. Uma pesquisa realizada pela consultoria Catho, informou que um em cada quatro brasileiros que se formaram entre 1992 e 2002, um não está empregado. Dentre os 3,3 milhões de brasileiros formados no período, 74% estavam empregados, enquanto 4% estavam procurando emprego e 22% estavam fora do mercado de trabalho.

2. Quem escolhe correr atrás de um diploma é absorvido mais rápido pelo mercado de Trabalho?
Não. Enquanto um profissional de nível superior não pode ser formado em menos de quatro anos, cursos técnicos preparam mão-de-obra qualificada em prazos menores: em média, de três a quatro semestres. No final do curso, esses profissionais podem ser absorvidos pelas áreas de saúde, agrícola, turismo, informática, eletrônica, entre outras. “Formamos os braços-direitos dos profissionais de nível superior“, esclarece Maria da Penha, diretora-substituta da Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb).

3. O diploma se destaca na hora da contratação do novo emprego?
Depende. Estudar é bom, ter diploma impressiona, porém nada disso irá substituir a experiência. “Recomendo começar a trabalhar aos 17 anos, pois o estudante já terá quatro anos de prática quando se formar, aos 21 anos”, diz Max Gehringer, consultor de carreira.

4. Há possibilidade de me dar bem sem diploma?
Há com certeza. Um exemplo prático é que a competitividade nas empresas diminui cada vez mais os salários. O que fazer, então? Uma das possibilidades é candidatar-se a uma vaga no serviço público: “Concursos que só pedem o nível médio chegam a oferecer até R$ 3 mil“, diz Ricardo Nogueira, presidente da Junto Brasil.

5. Afinal, na relação emprego X diploma, o diploma tem valor?
Sem dúvida. O que quis mostrar nesse artigo não foi desvalorizar o diploma, e sim, tentar gerar uma reflexão de que há uma infinidade de fatores que levam um profissional à galgar uma posição respeitada no mercado. O diploma é, e sempre será um diferencial na corrida, mas não se pode, por outro lado, deixar-se inludir e pensar que o “canudo” será o sua “vara de condão”.

O diploma é como um polidor. Quando entra em contato com talento, motivação, experiência e humildade, o brilho aparece.


O que é Coaching?

Vencer no mercado de trabalho é o resultado daqueles que se superam constantemente, pois a mudança está cada vez mais veloz, e portanto, há necessidade de profissionais que saibam dar respostas rápidas ás demandas desse mercado.

É justamente visando atingir a necessidade de melhor desempenho na carreira dos profissionais que o processo de coaching entra em cena, pois consiste em uma série de procedimentos que o coach ( profissional da área de coaching) realiza em parceria com seu cliente, visando aumentar o desempenho dos mais variados temas que envolve a carreira, como: encorajamento, motivação, liderança, gestão do tempo, organização, ou mesmo as relações interpessoais. Um processo de coaching pode levar de 3 a 4 meses em média.

Vejamos alguns tipos de Coaching…

Coaching Executivo
Visa a capacitar executivos. Assiste o executivo na identificação de metas, valores, missão e propósito da empresa no mercado. Também trabalha a clareza da sua missão pessoal e empresarial, objetivando o equilíbrio dos propósitos da empresa, de suas necessidades humanas e dos diferentes papeis vividos na empresa, na família e na sociedade

Coaching Pessoal (life coaching)
Objetiva a capacitação das pessoas na sua auto-realização. A meta a ser trabalhada pode estar em qualquer área da vida da pessoa, como saúde, relacionamentos, espiritualidade, finanças, carreira, administração do tempo, família, etc.

Coaching Performace
Tem o objetivo de destravar as habilidades naturais dos profissionais. É um processo em que uma pessoa ajuda a outra a desempenhar, a aprender e a atingir objetivos e metas pelo auto-conhecimento e conscientização sobre a própria responsabilidade no crescimento profissional.

A prática do Coaching é bastante inovadora dentro da área de recursos humanos e muito útil para as empresas de um modo geral, além de já ser uma ótima oportunidade de carreira no mercado de consultoria.


Sobre Punições aos Empregados

Na hipótese de falta cometida pelo empregado, o direito de puni-lo, pois o empregados, por direito, detêm o comando da organização. A aplicação das penalidades, entretanto, deve ser feita de forma gradual, sendo elas agravadas conforme houver repetição da falta, pois têm por fim, proporcionar ao trabalhador a oportunidade de corrigir seu comportamento.Assim, o empregador pode se valer das seguintes penalidades para exercer o seu poder de punição:

a) advertência verbal;
b) advertência escrita;
c) suspensão; e
d) demissão.Entretanto, esse poder é limitado, pois a penalidade aplicada deve ser proporcional à falta cometida. Assim, às faltas leves devem ser aplicadas punições também leves, sob pena de o empregador ser responsabilizado pelo abuso do poder de comando, causador de injustiças.

Advertência
A advertência consiste em um aviso, cujo objetivo é prevenir o empregado sobre a ilicitude de seu comportamento.

Suspensão
Já a suspensão disciplinar é pena pessoal aplicada ao empregado faltoso, que acarreta a proibição de prestação de seus serviços à empresa e a conseqüente perda de seu salário no período de sua duração, bem como dos respectivos repousos.

Demissão
A pena de rompimento da relação de emprego (demissão) é reservada às faltas que implicam violação séria e irreparável das obrigações contratuais assumidas, como, por exemplo, furtos, roubos, agressões físicas, entre outras.

Desídia
É configurada pela repetição do cometimento de pequenas faltas leves que vão se acumulando até culminar com a dispensa do empregado por justa causa.

Vale lembrar que o empregador não tem amparo legal para proibir que o empregado ingresse na empresa para executar suas tarefas quando chegar atrasado ao trabalho, por exemplo, visto que o caminho legal para punir o não-cumprimento de suas obrigações é a aplicação de punições disciplinares que, dependendo da gravidade e da freqüência das ocorrências, poderão culminar com a dispensa do trabalhador por justa causa, nos termos da CLT , art. 482.